Sporting

ÚLTIMA HORA: Gonçalo Esteves revela a chave da troca do FC Porto pelo Sporting: «O míster ligou aos meus pais, saiba mais

Lateral de 18 anos frisa papel de Rúben Amorim e garante que a integração no plantel principal foi “incrível”

Gonçalo Esteves foi um de vários reforços que chegaram ao Sporting durante o verão, todavia terá sido um dos mais surpreendentes, não só porque foi integrado na equipa principal com apenas 17 anos, mas também pelo facto de ter trocado o FC Porto pelos leões. E no ‘ADN de Leão’, podcast do Sporting, o lateral explica a chave da mudança.

“Trabalhei e esforcei-me muito. Este ano quase não tive férias, tive 4 dias. Saí da seleção no dia 29 e assinei pelo Sporting no dia 2 ou 3. O porquê? Pelas oportunidades que ia ter. O míster [Rúben Amorim] ligou aos meus pais. Não sei como foi a conversa. Deve ter dito que eu tinha talento e tal. Não sei, mas quando aparece uma oportunidades destas… Eu estava nos juniores [do FC Porto], provavelmente ia continuar lá. Passei de uns juniores para equipa A da1.ª Liga, o campeão nacional. Não fiquei assustado. Às vezes duvido de mim, mas se tu souberes que és bom no que fazes e te esforças, as coisas vão correr bem. Lá morava na Casa do Dragão, no último ano estava a morar num hotel. Aqui estou numa casa. Estou feliz. A minha mãe vem cá semana sim, semana não, e quando ela não está, está o meu irmão”, explicou Gonçalo Esteves.

Apesar da diferença de idades em relação a maior parte dos companheiros de equipa, o jovem defesa garante que a adaptação à nova realidade foi “incrível”. “Foram todos incríveis. Carga nos ombros? Não tenho. É uma responsabilidade top. Foram todos incríveis desde o início. No início não me abria muito, ficava na minha. Não posso entrar logo a pés juntos. Portava-me fixe. Gosto de pegar com o Tabata, com o Matheus Nunes, o Inácio, o André Paulo. Há momentos para tudo, temos de saber parar”, salientou, recordando a estreia a titular na Liga dos Campeões, diante do Ajax: “Sou o mais novo titular na Champions. Foi bom, foi bom. 17 anos é top, fogo!”.

Para esta rápida subida de degraus, foi igualmente importante o apoio familiar, quer da mãe Clara e do pai Adelino, como dos irmãos Tomás, jogador do FC Porto, e Rodrigo. “A minha mãe é muito importante, é incrível. Quando jogava no FC Porto, fui para lá com 7 ou 8 anos, depois fui morar para a Casa do Dragão aos 12 ou 13. Todos os dias a minha mãe ia levar-me dos Arcos de Valdevez ao Porto, a 1 hora e meia. Saia do trabalho mais cedo. O Tomás treinava às 18h e eu às 19h30 e só saíamos às 21h30/22h. Chegávamos a casa às 23h30. Ela vem cá [Lisboa] regularmente”, sublinhou.

Fonte: Record.pt

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

Botão Voltar ao Topo